28/08/2014

Pré-Adolescentes Lição 9: Verdadeiros Sempre!

Pré-Adolescentes
Lição 9: Verdadeiros Sempre!
Texto Bíblico: Gênesis 12: 11-13 e 16-19
Objetivos:
 Conscientizar-se de que a mentira não é só um ato, mas uma tendência;
Compreender que Deus estabeleceu normas de conduta para que sejam obedecidas.
Versículo visualizado: “Porque as suas palavras vão servir para julgar se você é inocente ou culpado”  Mateus 12:37
Palavra do dia: MANDAMENTO


Lição 09 - Verdadeiros Sempre!
Texto Bíblico: Gênesis 12.11-13,16-19

A confiança que Abrão tinha em Deus falhou por um pouco, e o resultado foi ele usar de engano, o qual lhe rendeu várias complicações, inclusive seu banimento vexatório do Egito (Gn 12.13-20). Esta passagem demonstra quão fiel é a Palavra de Deus no tocante aos santos. Tal fracasso é um lembrete solene a todos os crentes, no sentido de não olharem as circunstâncias, mas sim as promessas e a fidelidade de Deus. A fraqueza de Abrão também nos desperta, pelo fato de Deus, na sua misericórdia, trazê-lo de volta à sua vontade e propósito, sem prejuízos de seus bens.

Texto extraído da: Bíblia de Estudo Pentecostal, pp. 51-52. CPAD

Mentir, enganar e fraudar é as principais características de Satanás. Essas más qualidades não podem haver nos filhos de Deus.
Mentir pode levar à morte, como foi o caso de Ananias e Safira. Deus não tolera a mentira. Os irmãos de José tiveram que viver com o peso da mentira, durante anos. Geazi o moço do profeta foi acometido de lepra porque mentiu. Quem mente sempre sofre as consequências. A mentira nunca fica encoberta por muito tempo.
Professor, incentive aos alunos a falarem, sempre, a verdade fazendo-os que não esqueçam de que  Deus abomina a mentira. 


Juniores Lição 09: Compromisso com Deus.

Juniores

Lição 09: Compromisso com Deus.
Texto Bíblico: Mateus 3:13-17
Objetivo: Explicar que o batismo nas águas foi uma ordenança de Jesus a todos aqueles que crêem nEle.
Versículo para memorizar: “Esse batismo não é lavar a sujeira do corpo, mas é compromisso feito com Deus.” 1Pedro 3:21b
Lembrancinhas:

Lição 09 - Compromisso com Deus

Texto Bíblico: Mateus 3.13-17; 28.19

A paz do Senhor Jesus, queridos professores da Classe de Juniores!

Provavelmente em sua sala não haja nenhuma criança pensando nisso ainda. Contudo, logo, logo, seu aluno se tornará um pré-adolescente. Portanto, é preciso semear no seu coração o que é o batismo e por que devemos nos batizar.

CRESCENDO NO CONHECIMENTO

“É com o batismo de João que começa o evangelho (Mc 1.1; At 1.22). Em Mateus, esta inauguração ocorre no capítulo 3; os dois primeiros capítulos servem como prefácio ou introdução.

Veio Jesus da Galileia ter com João ... para ser batizado por ele (v.13). O anelo de Cristo por batizar-se é visto no fato de Ele caminhar cerca de noventa quilômetros de Nazaré para cumprir essa ordenança de Deus (Mc 1.9). Quantos se submetem ao batismo com o mesmo desejo?

Eis que se lhe abriram os céus (v.16). Leia Atos 7.55,56. Quantos sabem o que significa ter os céus abertos? Quantos não recebem o que pedem de Deus porque os céus lhes estão fechados? Quantos podem testificar que sentiram os céus se abrirem quando se humilharam no ato de batismo nas águas?

Deus nos abre os céus na hora da oração. Lucas mostra que Jesus orava na ocasião do seu batismo, quando os céus se lhe abriram (Lc 3.21,22). É no batismo no Espírito que os céus parecem mais abertos do que em qual­quer outra ocasião; Jesus, ao ver "o Espírito de Deus ... vindo sobre ele" (v.16), viu também os céus abertos.

O Espírito de Deus ... vindo sobre ele (v. 16). Jesus passou quase trinta anos na terra antes de iniciar o seu ministério público. Foi somente depois de o Pai ungi-Lo com o Espírito Santo e poder que Ele passou a andar "por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo" (At 10.38). Sigamos seu glorioso exemplo e cumpramos sua bendita ordem (Lc 24.49; At 1.4,5; Ef 5.18).

Este é o meu Filho amado (v. 17). É a primeira vez que a Trindade, prefigurada no Antigo Testamento, manifesta-se plenamente. O Espírito desceu sobre o Filho e, ao mesmo tempo, a voz do Pai ouviu-se, vinda dos céus.

Meu Filho amado, em quem me comprazo (v. 17). Este versículo, juntamente com 13.55, revela tudo que sabemos da vida de Cristo, entre sua idade de doze e trinta anos (Lc 2.42; 3.23). Essas poucas palavras, no entanto, são como um grande raio que ilumina claramente os anos que Ele passara na obscuridade de Nazaré.

Quando o Pai deu esse testemunho dos céus acerca do Filho, Jesus não tinha ainda provado sua fidelidade no deserto, no seu ministério público, no Getsêmani, e nem no Calvário. Essas palavras, portanto, referem-se ao gozo do Pai em cont­emplar os longos anos durante os quais o Filho trabalhou como carpinteiro, para ganhar o pão cotidiano.

A mensagem vibrante dos dezoito anos que Jesus passou na tenda, antes de iniciar os três anos e meio do seu ministério público, é que, aqueles chamados para trabalhar dia após dia com as mãos são tão honrados perante Deus como os outros que se esforçam, incansavelmente, no ministério da Palavra.

Os carpinteiros, os pedreiros, os lavradores, os mecânicos, os padeiros - to­dos que se sentem desalentados na lida cotidiana - devem-se lembrar do Filho de Deus trabalhando fielmente, e sem murmurar, dezoito longos anos na fadiga da sua humilde profissão.

As palavras do Pai também indicam que Cristo executava a sua arte com o alvo de servir ao próximo e, por certo, nunca para enganar. Até as palavras de Mateus 11.30 ("Porque o meu jugo [canga) é suave") dão a entender que Jesus fabricara cangas especiais, conhecidas entre o povo como as mais cômodas para os pobres bois que serviam com paciência aos seus donos.

Que todos os pais se lembrem de que o Cristo de Nazaré é o exemplo para todas as pessoas. Não devemos mais ensinar os nossos filhos a olharem para os soberbos e bem-sucedidos líderes da história do mundo, nem a emularem as aspirações de um Alexandre, um Napoleão ou qualquer outro herói entre os homens. O mais alto exemplo não se baseia no deslumbrante êxito carnal; a verdadeira grandeza, no poder do Espírito Santo, é como se vê em Jesus Cristo. Ele é o verdadeiro modelo tanto para os nossos filhos como para nós, os pais.” (Espada Cortante. Vol.1. CPAD. p.281-282)

Boa ideia

Uma atividade interessante seria convidar um adolescente e/ou um jovem da igreja, que seja comprometido com Deus e um referencial para as crianças de sua igreja, para ser entrevistado por seus alunos em sala de aula.

Se a sua turma possui um perfil mais tímido, elabore antecipadamente um roteiro de perguntas e entregue uma questão para cada criança fazer ao entrevistado do dia.

Primários Lição 09: A casa de Deus é Lugar de curas.

Primários
Lição 09: A casa de Deus é Lugar de curas.
Texto Bíblico: Lucas 6:6-11.
Objetivo: Enfatizar que a igreja é um lugar onde Deus pode nos curar.
Versículo para memorizar:  “O senhor cura todas as minhas doenças.” Salmos 103:03
Frase do dia: Deus pode me curar na Igreja



Lição 09 - A casa de Deus é lugar de curas
Texto Bíblico: Lucas 6.6-11


A paz do Senhor Jesus, queridos professores da Classe de Primários!

Pela graça de Deus, estamos de volta para dar algumas dicas de como incrementar sua aula no próximo domingo. Nosso assunto será A Casa de Deus é lugar de curas.

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“Com a escolha dos doze deu-se início a uma nova e vibrante etapa no ministério de Cristo e na história da humanidade.

I. JESUS É SENHOR DO SÁBADO, 6.1-5

Cristo enfrentou grande oposição da parte dos fariseus porque curava no sábado. Consideravam a cura do corpo somente uma coisa secular, para se efetuar durante a semana, e não no dia santo de sábado. É justamente isso que pensa a ciência médica; a cura é profissão, é negócio — o corpo humano não é considerado obra do Criador, senão máquina, sujeita à perícia e à ciência dos homens. Mas o corpo é mais que organismo material, é templo do Espírito Santo e membro do corpo de Cristo. Deus redimiu tanto nossos corpos como nossas almas. Portanto, o Senhor curava no dia de sábado.

Vede comentários sobre Mc 2.23-28 em Marcos: o Evangelho do Servo.

II. A CURA DA MÃO RESSEQUIDA, 6.6-11.

Se ligamos grande importância às coisas insignificantes e nos descuidamos do que é dispensável, como faziam os fariseus, é porque somos hipócritas. Nem todos são escribas e fariseu, que coam um mosquito e engolem um camelo. (Vede Mt 23.24).

A ciência não conseguiu até agora, durante 6000 anos, curar, sequer, uma mão ressequida. Igualmente é somente Cristo que pode restaurar-nos nossas mãos espirituais que ficam secas e inutilizadas. Ele espera e anela que ponhamos a nossa fé em ação.” (Espada Cortante. Vol.2. CPAD. p.71-72)

SAIBA MAIS...

“ATRAINDO OS ALUNOS

‘A luz dos olhos alegra o coração.’ (Provérbios 15.30)

Lena Caldwell ficou diante da classe. "Pessoal, sei que alguns de vocês nunca gostaram de matemática, mas estou aqui para dizer-lhes que estes dias chegaram ao fim. Eu adoro matemática. Além disso, eu garanto que vocês também vão adorar". O seu sorriso encontrou olhares que diziam que ela era mentalmente instável, mas ela continuou. "Vocês estão pensando que estou louca, mas esperem. Quem gosta de jogar?" Mãos se ergueram pela sala.

Então Lena ensinou-lhes um jogo - sobre matemática, sem que seus alunos soubessem - e eles se divertiram muito. Mãos se ergueram novamente quando ela perguntou quem tinha gostado do jogo. "Vocês sabem de uma coisa? Vocês acabam de aprender fatoração".

O entusiasmo é contagioso, e não deve ser falso. Quando você é apaixonado pelo seu tema, quando os alunos vêem que você acha isso interessante e importante, você os atrai. Não é necessário "vender" nada, somente transmitir o seu fervor, o seu zelo. Se essas coisas parecem faltar, comece com um sorriso. Esta simples ferramenta faz maravilhas. E quando você encontrar o humor no seu tema, e nas situações cotidianas, magne¬tizará o interesse dos seus alunos como ninguém mais poderá fazer.

Como cristão, a sua paixão pela vida deve ser eviden¬te em tudo o que você faz e diz. Afinal, você pertence ao Senhor do universo, e Ele tem planos pessoais e maravilhosos para a sua vida. Aquele Deus que criou os girassóis e as estrelas lhe ama como se você fosse seu próprio filho. É perfeitamente aceitável ficar entusiasma¬do com isso!

Ensinar significa compartilhar a criação gloriosa de Deus, a história do pó da terra que Ele transformou em homens. Quando você sentir esse poder na sua vida diária, por meio da oração, da Palavra de Deus, do seu Espírito, os outros irão perceber alguma coisa diferente em você. Eles até mesmo poderão perguntar o que é.” (Graça diária para professores. CPAD. p.115).

ATIVIDADES


Proponha aos seus alunos que realizem uma entrevista com algum irmão da igreja que tenha recebido uma cura. Para isso, elabore um pequeno roteiro:

1. Qual é o seu nome?
2. Há quanto tempo vc é crente?
3. Qual era a sua doença?
4. Como vc descobriu que estava doente?
5. Onde vc foi curado?
6. Quando vc foi curado?
7. Há quanto tempo vc foi curado?

No domingo seguinte, solicite alguns voluntários para compartilharem suas respostas com toda a turma. Por fim, enfatize que o Senhor Jesus tem poder para nos curar de qualquer doença.

Um grande abraço e tenha uma excelente aula!

Jardim de infância Lição 9:Palavra de Deus Semente Preciosa!

Jardim de infância
Lição 9:Palavra de Deus Semente Preciosa!
Texto Bíblico: Mateus 13:1-23
Objetivos: Que ao estudar a Bíblia o coração da criança torne-se propício ao recebimento do evangelho e ao desenvolvimento da salvação.
Versículo Visualizado: “ Mas as sementes que caíram em terra boa brotaram, cresceram...” Marcos 4.8
Palavra do dia: SEMENTE
Lembrancinhas: imprima esses cartões e cole no copinho onde as crianças vão plantar as sementinhas de feijão.
Dê a cada Criança um chumaço de algodão, e alguns grão de feijão. Ensine-as a plantar as sementes: É só espalhar os grãos sobre o algodão molhado. Dentro de poucos dias o feijão brotará. No final da aula entregue as crianças os copos com o feijão plantado, e repita as instruções da rega.(apenas pingar água no algodão quando estiver secando, sem encharcar).

Lição 09 - Palavra de Deus, sempre preciosa
Texto Bíblico: Mateus 4.14-30

I - De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que as crianças recebam a mensagem da salvação com um coração aberto.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “SEMENTE”. Então, durante o decorrer da aula, repita a frase: “A Palavra de Deus também é chamada de SEMENTE”. 

II - Para refletir

• Jesus se utilizava de muitas parábolas (13.34), quando falava às multidões. O que caracteriza essas narrativas são as comparações entre coisas familiares e coisas desconhecidas, a fim de nos ajudar a compreender algo superior, verdades espirituais, por meio de realidades e relacionamentos cotidianos.
As parábolas de Jesus levam os ouvintes a descobrir a verdade e, ao mesmo tempo, escondem-na daqueles que são demasiadamente preguiçosos ou obstinados para enxergá-la. Aos que, sinceramente, estão à procura de Deus, a verdade se torna completamente inteligível. Mas devemos ter cuidado para não interpretar mal as parábolas, atribuindo-lhes um sentido inadequado. Cada parábola tem o seu significado, a não ser que o próprio Senhor Jesus Cristo tenha especificado algum outro para cada uma delas.

Extraído da: Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal,  CPAD

• Professor, “procure durante a semana, estudar as formas de despertar o interesse da turma para a história que será estudada. Isso pode ser feito através de perguntas, de um cartaz, ou de dinâmicas de grupo inseridas no corpo da lição”

Extraído da Revista Primários/Mestre 5, CPAD

Regras Práticas para os Professores

“ATRAINDO OS ALUNOS"

‘A luz dos olhos alegra o coração.’ (Provérbios 15.30)

Lena Caldwell ficou diante da classe. "Pessoal, sei que alguns de vocês nunca gostaram de matemática, mas estou aqui para dizer-lhes que estes dias chegaram ao fim. Eu adoro matemática. Além disso, eu garanto que vocês também vão adorar". O seu sorriso encontrou olhares que diziam que ela era mentalmente instável, mas ela continuou. "Vocês estão pensando que estou louca, mas esperem. Quem gosta de jogar?" Mãos se ergueram pela sala. Então Lena ensinou-lhes um jogo - sobre matemática, sem que seus alunos soubessem - e eles se divertiram muito. Mãos se ergueram novamente quando ela perguntou quem tinha gostado do jogo. "Vocês sabem de uma coisa? Vocês acabam de aprender fatoração".
O entusiasmo é contagioso, e não deve ser falso. Quando você é apaixonado pelo seu tema, quando os alunos vêem que você acha isso interessante e importante, você os atrai. Não é necessário "vender" nada, somente transmitir o seu fervor, o seu zelo. Se essas coisas parecem faltar, comece com um sorriso. Esta simples ferramenta faz maravilhas. E quando você encontrar o humor no seu tema, e nas situações cotidianas, magne­tizará o interesse dos seus alunos como ninguém mais poderá fazer.
Como cristão, a sua paixão pela vida deve ser eviden­te em tudo o que você faz e diz. Afinal, você pertence ao Senhor do universo, e Ele tem planos pessoais e maravilhosos para a sua vida. Aquele Deus que criou os girassóis e as estrelas lhe ama como se você fosse seu próprio filho. É perfeitamente aceitável ficar entusiasma­do com isso!
Ensinar significa compartilhar a criação gloriosa de Deus, a história do pó da terra que Ele transformou em homens. Quando você sentir esse poder na sua vida diária, por meio da oração, da Palavra de Deus, do seu Espírito, os outros irão perceber alguma coisa diferente em você. Eles até mesmo poderão perguntar o que é.”

Extraído de: Graça Diária para Professores, CPAD. p.115

• Atividade

A lição de hoje possibilita usar vários recursos. Divida a turma em quatro “canteiros”, onde a “semente será lançada”, a fim de que os alunos possam dramatizar a história. Escolha um aluno para ser o “pássaro que rouba a semente”; o grupo da segunda semente deve confeccionar algumas pedras de papel amassado para jogar em cima semente; o terceiro deve fazer um galho cheio de espinhos; e o último deve fazer flores para colocarem no seu “terreno”.
Você pode utilizar esta dramatização como atividade de fixação.


MATERNAL Lição 09: Orando por um amigo.

MATERNAL

Lição 09: Orando por um amigo.
Texto Bíblico: João 11:1-44
Objetivo: Que a criança aprenda que é bom orar pelos amigos.
Versículo para memorizar: “Um verdadeiro amigo é mais chegado que um irmão.” Provérbios 18:24
Palavra-chave: AMIGO
Lembrancinhas:

Lição 09 - A Oração por um amigo

Texto Bíblico: João 11.1-44

I - De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que é bom orar pelos amigos.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “AMIGO”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Ore por seus amigos”.

II - Para refletir

• “Jesus amava a família de Lázaro, frequentemente esteve com ela. Jesus conhecia o sofrimento que está família enfrentava, mas não reagiu imediatamente. Sua demora tinha um propósito específico. O tempo de, especialmente quando nos parece demorado, pode levar-nos a pensar que Ele não nos está respondendo ou que o faz como não desejamos, mas Ele satisfará todas as nossas necessidades de acordo com o seu tempo e seus propósitos perfeitos (Fp 4.19). Espere pacientemente pelo tempo de Deus.”

Adaptado da: Bíblia do Estudante  Aplicação Pessoal, CPAD

• Professor, “a observação é uma das melhores formas de avaliação. É a que foi usada frequentemente por Cristo. Essas observações devem ser feitas sem que o aluno perceba. Procure anotar em um caderno as suas observações” (trecho extraído de Mensageiros da Fé, número 2. Rio de Janeiro, CPAD).

• Atividade

Aproveite o tema da lição deste domingo para conversar com seus alunos a respeito da amizade. Depois de conversar com os alunos a respeito do assunto, faça as seguintes perguntas:

1. Você tem amigos? Qual o nome deles? Como eles são? O que eles fazem para demonstrar que são seus amigos?
2. Amigos gostam uns dos outros, não é? Eles gostam de dar coisas boas uns aos outros. Gostam de fazer coisas boas uns aos outros. Que coisas boas Jesus fez por você? Como você sabe que Jesus é o seu melhor amigo? Que coisas boas Ele faz por você?

(Adaptado Revista Primários Mestre, CPAD).


• Atividade Manual

Brinque com as crianças de “Faça tudo que o mestre mandar”.
Peça que realizem pequenas atividades como: sentar-se, pular num pé só, fechar os olhos, cumprimentar os colegas, etc.
Parabenize aquelas que fizeram tudo que você pediu. Diga que Jesus é o nosso Mestre e Salvador. Devemos fazer tudo para agradá-lo, cumprir todas as suas ordens. Ore com as crianças.

Realize as atividades sugeridas na revista do Mestre, página 31.

22/08/2014

Pré-Adolescentes Lição 08: Ouça e Aprenda!

Pré-Adolescentes
Lição 08: Ouça e Aprenda!
Texto bíblico: 2 Timóteo 1.1-6
Objetivos:
Cultivar um relacionamento melhor com os mais velhos;
Valorizar a aquisição de sentimentos de amizade e demonstração de afeto.
Versículo visualizado: “Fiquem de pé na presença das pessoas idosas e as tratem com todo respeito”.  Levítico
Palavra do dia: Idosos


Lição 08 - Ouça e Aprenda

Quando Paulo escreveu a segunda carta, a Igreja Cristã por todo império estava enfrentando severa perseguição e graves dificuldades. O imperador Nero tinha dado início a uma grande perseguição, em 64 d.C., como parte do seu plano para transferir de si mesmo aos cristãos a culpa pelo grande incêndio em Roma. Esta perseguição espalhou-se pelo império e incluía ostracismo, tortura pública e assassinatos.

Assim, o tom desta carta é melancólico. Paulo, aprisionado pela última vez, sabia que iria morrer. Diferentemente do seu primeiro aprisionamento em Roma, em uma casa em que ele continuava a ensinar (At 28.16,23,30), desta vez provavelmente Paulo estava confinado a uma masmorra fria, esperando a morte (4. 6-8). Enquanto esperava a sua execução, Paulo escreveu ao seu querido amigo Timóteo, um homem mais jovem que era como um filho para ele (1,2). Como Timóteo deve ter apreciado esta última carta do seu mais querido mentor e amigo.

As amáveis palavras de Paulo dão uma ideia do caráter de Timóteo. Depois de anos de trabalho conjunto, os ministérios isolados tinham sido difíceis para estes dois homens. A separação tinha sido dolorosa (1.4). Quando Paulo pensou na fidelidade de seu jovem discípulo, ele lembrou-se de Lóide e Eunice, que tinham contribuído para fé de Timóteo. Com estes exemplos em mente, Paulo sentiu-se incentivado e continuou a oferecer incentivo a Timóteo. O apóstolo detalhou o papel que ele e Timóteo compartilhavam como guardiões, arautos, e ensinadores ou pregadores do Evangelho.

A mãe e a avó de Timóteo, Eunice e Lóide, estavam entre os primeiros convertidos cristãos, possivelmente durante o ministério de Paulo na cidade delas, Listra (At 16.1). Elas tinham transmitido a sua forte fé a Timóteo, apesar de que seu pai, que era grego (At 26.1), provavelmente não fosse crente.

Timóteo tornou-se um grande líder, porque ouviu, guardou e praticou os ensinamentos que recebeu dos mais velhos. O jovem aprendeu com as experiências do apóstolo Paulo e se tornaram grandes amigos. Muitas pessoas afirmam que não pode haver amizade entre os jovens e os mais velhos, pois ambos têm pensamentos diferenciados, mas Paulo e Timóteo provaram que pode e deve haver amizade.

Texto adaptado do: Comentário do Novo Testamento,Aplicação Pessoal, vl2, CPAD


Juniores Lição 08: Tenho Uma missão.

Juniores
Lição 08: Tenho Uma missão.
Texto Bíblico: Marcos 16:14-18
Objetivo: Enfatizar que a principal missão da igreja é pregar o evangelho.
Versículo-chave: “Então Ele disse: Vão pelo mundo inteiro e anunciem o evangelho a todas as pessoas.” Marcos 16:15


Lição 08 - Tenho uma missão

Texto Bíblico: Marcos 16.14-18; Tiago 2.14-17

A paz do Senhor Jesus, queridos professores da Classe de Juniores!

Neste trimestre, estamos estudando a respeito das principais doutrinas das Sagradas Escrituras, a fim de que as crianças aprendam segundo os padrões bíblicos os conceitos de Deus, homem, Jesus, Espírito Santo, anjos e demônios. Agindo assim, nossos educandos estarão sendo preparados para responder a razão de sua fé, quando forem questionados por outras crianças ou até mesmo adultos.

Na próxima lição, o assunto abordado será a Missão da Igreja, sintetizada no IDE de Jesus. Você terá a oportunidade de ensinar ao seu aluno que somos privilegiados por conhecermos e experimentarmos o amor de Deus, no entanto, muitas pessoas no mundo inteiro ainda não o conhecem. A partir do relato de Marcos acerca do IDE de Cristo, explique-lhes a importância de contar a todas as pessoas que nos cercam, sem exceção, o quanto Deus as ama, como afirma o versículo-chave em Marcos 16.15.

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

O pastor Valdir Bícego, de saudosa memória, em seu Manual de Evangelismo, páginas 12 a 17, nos apresenta algumas razões para evangelizarmos, dentre as quais destacaremos:

1. Um mandamento que o Senhor nos deu (Mt 28.19,20; Mc 16.15-18).
2. Uma obrigação de todo salvo (1 Co 9.16).
3. Um dever de todo crente (2 Tm 4.1,2).
4. Um privilégio de cada salvo (Mt 10.32)
5. Uma responsabilidade de cada crente (1 Tm 2.4)
6. Um desafio para o ganhador de almas (Sl 126.5,6)
7. Uma prova de que temos a natureza de Deus (1 Pe 1.4; Jo 4.34)
8. Uma dívida de todo crente (Rm 1.14,15)
9. Um sinal de que somos salvos (Jo 4.39; 1.39-42)
10. Uma necessidade para aquele que é batizado no Espírito Santo (At 1.8)
11. Uma condição para o crescimento da Igreja (Rm 10.14-17)

SAIBA MAIS

“Era um novo ano escolar, e Rachelle tinha uma nova visão do ensino. Ela tinha passado o verão numa viagem missionária, e aprendera uma valiosa lição de vida. A pobreza e a miséria nas montanhas do Equador a deixaram face a face com crianças tão famintas que apanhavam restos de comida do lixo que estava sendo queimado. Pela primeira vez na vida, Rachelle entendeu o que significava ver gente realmente faminta — tanto de comida quanto da Palavra de Deus.

Enquanto Rachelle ajudava numa clínica médica, uma jovem chamada Shani entrou, obviamente com dores. À espera era longa, e Rachelle tentou diminuir a sua dor, contando-lhe sobre quando Jesus curou um homem cego de nascença. Em seguida, Shani perguntou: — Você conhece mais histórias?

— Oh, isso não é uma história – disse Rachelle. — Isso é verdade — realmente aconteceu.

— Como é possível? – perguntou Shani, bastante empolgada. — Quem é este Jesus?

Alegremente, Rachelle transmitiu o amor de Deus e explicou como Shani poderia receber a Cristo como seu Salvador. Shani respondeu instantaneamente, e Rachelle sentiu, com confiança, que Deus estava curando a menina. Quando ela deixou a clínica, toda a sua dor tinha sido removida. Ao parar junto à esa para despedir-se de Rachelle, Shani perguntou: “Rasell, você sabia sobre Jesus a sua vida inteira; por que não veio contar para Shani antes?”

Aquele verão transformou Rachelle. Ela percebeu que Deus tinha definido o padrão ao enviar o seu Filho para transmitir o seu amor de uma maneira tangível, e descobriu que Ele não queria que ela parasse de fazer isso somente porque estava de volta à escola. Esta professora aprendeu que Deus ainda deseja transmitir o seu amor às outras pessoas, por meio dos seus filhos obedientes, trabalhando na vida de uma pessoa de cada vez.

Como Rachelle, você é as mãos da benignidade de Deus, os seus braços de compaixão, a sua voz de verdade. Esteja aberto para que Deus possa usá-lo, a fim de transmitir o evangelho da sua graça às pessoas em sua escola.” (Graça diária para professores. CPAD.p-188).

ATIVIDADES

Aproveitando o tema abordado e a realização da Copa do Mundo na África, sugiro a realização de uma ampla pesquisa a respeito da cultura deste país. Reúna informações e imagens e junte seus alunos, a fim de que juntos possam confeccionar um mural. Depois, explique-lhes a situação do evangelho e da obra missionária neste país. Por fim, faça uma intercessão com todos os alunos.

a q� > � o H� �{ sar.” (Graça diária para professores. CPAD.p-95).


ATIVIDADES

O assunto desta lição possibilita-lhe não somente tratar de confissão de pecados a Deus, mas também aos pais. Aproveite para explicar às crianças que todas as vezes que fazemos alguma coisa errada em nossa casa ou na escola, devemos contar aos nossos pais para que eles possam nos ajudar a consertar aquilo que for preciso. Enfatize que a confissão traz uma sensação de paz muito grande ao nosso coração. Diante disso, com o intuito de reforçar este ensino, realize a seguinte atividade:

Reproduza fotocópias dos modelos das tábuas dos Dez Mandamentos no tamanho de uma folha A4.

Distribua uma para cada aluno. Peça-lhes para escreverem do lado esquerdo os erros que costumam cometer (geralmente desobedecer aos pais, contar uma mentira ou pegar alguma coisa de alguém). Do lado direito, devem escrever o mandamento do Senhor referente a cada pecado. Por exemplo, do lado esquerdo, “às vezes eu desobedeço a minha mãe”. No lado direito, “Tenho que amar e respeitar minha mãe.” Quando terminarem de fazer, solicite que leiam o que escreveram. Em seguida, devem orar, pedindo ao Senhor perdão por aquilo que têm feito de errado e ajuda para conseguirem obedecer aos mandamentos divinos. Deixe os alunos à vontade para decidirem se querem levar o trabalho para casa e assegure-lhes que não precisam lhe mostrar se não quiserem, uma vez que a confissão é algo extremamente pessoal.



Primários Lição 08: Perdão na casa de Deus.

Primários
Lição 08: Perdão na casa de Deus.
Texto Bíblico: Esdras 9:1-15
Objetivo: Enfatizar que a igreja é lugar de perdão.
Memória em ação: “Deus tem misecordia de quem confessa os seus pecados e os abandona.”   Provérbios 28:13b
Frase do dia: A IGREJA é lugar de perdão.


Lição 08 - Perdão na casa de Deus
Texto Bíblico: Esdras 9.1-15; 10.1-14

A paz do Senhor Jesus, queridos professores da Classe de Primários!

Como já é do seu conhecimento, neste trimestre estamos estudando a respeito da Casa de Deus, a fim de explicar às crianças o que é a igreja, o que fazemos lá, e qual a sua função. A partir dessa compreensão, seu aluno terá mais condições de desenvolver um sentimento de pertencimento a esta comunidade e, por conseguinte, de amá-la também.

No próximo domingo, o assunto abordado será o perdão. Muitos de nós crescemos com certo medo da igreja local em virtude de uma imagem errônea que nos foi transmitida. Uma imagem de que a igreja é lugar de castigo, de punição. Nesta lição, você terá a oportunidade de ensinar ao seu aluno que a igreja é um lugar onde Deus perdoa a seus filhos. A partir da história de Esdras, em que o povo de Israel buscou o perdão do Senhor, explique-lhes a importância de confessarmos a Deus o nosso erro, a fim de alcançarmos o Seu perdão, como afirma o versículo-chave em Provérbios 28.13.


CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“1. A tristeza de Esdras pela negligência moral (9.1-4)
Conhecedores do zelo de Esdras pela lei e o seu desejo de vê-la obedecida por seu povo, alguns dos líderes judeus de Jerusalém contaram-lhe um problema que aparentemente já lhes tinha causado grande preocupação. O povo não se mantivera afastado de seus vizinhos pagãos como fora aconselhado fazer segundo a lei de Deus. Muitos deles tinham se casado com pessoas que pertenciam a famílias de nações vizinhas. A referência à semente santa (2) significa “a raça sagrada se misturou com os povos da terra.” Entre eles estavam alguns que eram considerados seus líderes — a mão dos príncipes e magistrados foi a primeira nesta transgressão.

Ao ouvir essa notícia, de acordo com o conhecido costume oriental, Esdras rasgou a sua veste para mostrar sua enorme tristeza e, até mesmo, arrancou os cabelos da sua cabeça e da sua barba (3). Este comportamento chamou a atenção de muitos dos judeus que se reuniram ao seu redor, alguns por mera curiosidade, mas outros para compartilhar a sua dor. Neste estado de espírito, ele ficou assentado atônito (4; espantado ou consternado) no pátio do Templo até a hora do sacrifício da tarde.

Para uma mente ocidental, essa descrição do pesar de Esdras parece enormemente exagerada; mas ela serve para ressaltar a grave natureza do pecado e o horror com que ele é encarado pelos verdadeiros filhos de Deus. Esdras, aqui, era um representante da Lei para o povo, e era muito apropriado que ele demonstrasse como abominava essa desobediência geral da nação.

2. A oração de Esdras (9.5-15)

Na hora do sacrifício da tarde (5), Esdras deixou a sua tristeza, que o tinha mantido ocupado durante horas. Com as roupas rasgadas ele se ajoelhou perante Deus para orar pelos seus compatriotas pecadores. Essa oração de humilde confissão e fervorosa intercessão a favor daqueles que tinham pecado é uma das notáveis orações das Escrituras. Esdras começa com uma expressão pessoal de vergonha, porque ele se identifica com os seus irmãos pecadores. A seguir, ele faz uma exposição da história de seu povo como uma longa história de quedas (pecados) e transgressões, pelas quais foi necessária a punição de Deus, o qual permitiu que eles fossem levados cativos por nações gentílicas (de não judeus). [...]

Nos versículos 5-15 podemos ver “uma oração de penitência.” (1) Uma confissão da culpa do grupo, quando uma pessoa se identifica com o seu povo, 5,6; (2) nós não acreditamos e fomos punidos no passado, 7; (3) Deus, no passado, mostrou uma graça maior do que os nossos pecados anteriores, 8,9; (4) com conhecimento, pecamos outra vez, 10-14; (5) nós somente podemos confessar, mas é o que fazemos, 15.” (Comentário Bíblico Beacon. CPAD. p.500-501).


SAIBA MAIS...

A aula de hoje nos revela que o perdão divino é extenso a todos aqueles que se arrependerem sinceramente e rogarem-lhe perdão. Portanto, esteja disposta a oferecer esta graça em sua sala de aula, quando seus alunos cometerem erros.

“[...] O mundo é inteiramente habitado por pecadores que têm uma necessidade desesperada de perdão. A graça que você conheceu na cruz está disponível para todos, especialmente para aqueles que mais precisam.

Quando você está na sala de aula, pode ser fácil esquecer esta simples verdade. Seu coração imediatamente amolece para certos alunos e se endurece para outros, e esta se torna uma questão para pensar.” (Graça diária para professores. CPAD.p-95).


ATIVIDADES

O assunto desta lição possibilita-lhe não somente tratar de confissão de pecados a Deus, mas também aos pais. Aproveite para explicar às crianças que todas as vezes que fazemos alguma coisa errada em nossa casa ou na escola, devemos contar aos nossos pais para que eles possam nos ajudar a consertar aquilo que for preciso. Enfatize que a confissão traz uma sensação de paz muito grande ao nosso coração. Diante disso, com o intuito de reforçar este ensino, realize a seguinte atividade:

Reproduza fotocópias dos modelos das tábuas dos Dez Mandamentos no tamanho de uma folha A4.

Distribua uma para cada aluno. Peça-lhes para escreverem do lado esquerdo os erros que costumam cometer (geralmente desobedecer aos pais, contar uma mentira ou pegar alguma coisa de alguém). Do lado direito, devem escrever o mandamento do Senhor referente a cada pecado. Por exemplo, do lado esquerdo, “às vezes eu desobedeço a minha mãe”. No lado direito, “Tenho que amar e respeitar minha mãe.” Quando terminarem de fazer, solicite que leiam o que escreveram. Em seguida, devem orar, pedindo ao Senhor perdão por aquilo que têm feito de errado e ajuda para conseguirem obedecer aos mandamentos divinos. Deixe os alunos à vontade para decidirem se querem levar o trabalho para casa e assegure-lhes que não precisam lhe mostrar se não quiserem, uma vez que a confissão é algo extremamente pessoal.


Jardim de infância LIÇÃO 08: Jesus ensina a Palavra de Deus

Jardim de infância
LIÇÃO 08: Jesus ensina a Palavra de Deus
Texto Bíblico: Lucas 4.14-30
Objetivo: Que ao estudar a Bíblia as crianças encontrem Jesus, o Filho de Deus, nela revelado.
Versículo visualizado:  “ Examinai as escrituras...Sao elas que de mim testificam.” João 5.39
 Palavra do Dia:ESCRITURA
Lembrancinha: 

Lição 08 - Jesus ensina a Palavra de Deus

Texto Bíblico: Mateus 4.14-30

I - De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que na Bíblia encontramos Jesus, o Filho de Deus.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “ESCRITURA”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “A Bíblia, a Palavra de Deus também recebe o nome de Escrituras.”

II - Para refletir

• “As sinagogas eram muito importantes na vida religiosa judaica. Durante o exílio, quando os judeus não tinham mais o Templo, elas foram estabelecidas como lugares de adoração no sábado e como escolas para meninos durante a semana. As sinagogas continuaram a existir mesmo depois de o Templo ser reconstruído após o exílio babilônico. Podiam ser instaladas em qualquer cidade onde existisse pelo menos dez famílias judaicas. Eram administradas por um líder e um assistente. Na sinagoga, o líder frequentemente convidava um mestre visitante, para ler e ensinar as Escrituras. ”

Extraído da: Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal,  CPAD

• Professor, “procure durante a semana, estudar as formas de despertar o interesse da turma para a história que será estudada. Isso pode ser feito através de perguntas, de um cartaz, ou de dinâmicas de grupo inseridas no corpo da lição”

Extraído da Revista Primários/Mestre 5, CPAD


Regras Práticas para os Professores

Os Estágios do Desenvolvimento Arte

É de extrema importância para os professores conhecer os estágios pelo qual a criança passa, durante o desenvolvimento de sua habilidade artística. É essencial ter este conhecimento, se quisermos guiá-las, fazendo o melhor uso das atividades artísticas no ensino da Bíblia. De nada adiante dizer: “Faça um desenho sobre a história hoje”, se a criança, no seu desenvolvimento, não estiver no estágio da representação, da figura. Temos a seguir uma descrição dos principais estágios.

Estágio da Manipulação. Este estágio se inicia nos primeiros contatos com quaisquer materiais artísticos. A criança experimenta a arte através da manipulação de gizes de cera, pintura, argila ou outros materiais. No início, esta manipulação é ao acaso. Faz rabiscos com o giz de cera apenas para testá-lo. Mais tarde, seus riscos são mais controlados e passam a ter um propósito. Desenha com um certo ritmo e tenta fazer diferentes riscos – contínuo, mais forte, circular e assim por diante.

Neste estágio, a criança sente-se feliz ao trabalhar. Desde que já tenha se acostumado à classe do jardim de infância, normalmente é muito social. Ri e conversa com os outros. Manipula a argila e risca as folhas dos colegas, sem ressentimentos quando fazem o mesmo com seus trabalhos.

Na primeira vez que usa um pincel, tende a utilizá-lo como se fosse um lápis, desenhando linhas, em vez de colorir áreas. Com o tempo, suas experimentações o levam a produzir áreas coloridas, por vezes contornadas por uma outra cor. Algumas crianças descobrem rapidamente os efeitos que se pode obter com os pincéis, como pontilhar e salpicar. Começam a repetir e praticar as diversas formas que já conseguiram desenhar.

Durante os primeiros estágios, seus trabalhos não têm um tema ou título, mas um dia, percebe um rosto no círculo que desenhou. Adiciona dois olhos e diz: “É um homem” ou “Sou eu”. As maiorias das formas desenhadas se parecem com quadrados, então, pode dizer: “É uma janela”. Às vezes, o título do trabalho se baseia mais no movimento do que na forma. A criança arrasta o giz de cera, fazendo um desenho em espiral diz: “Zoom, zoom”. É um avião girando no ar. Ou, encosta o pincel no papel ligeiramente, várias vezes, e diz que é um menino andando. Se não estivéssemos presente, poderíamos ficar curiosos para saber a relação entre o desenho e seu título.

Com materiais tridimensionais, o progresso é o mesmo. Por exemplo, com a argila, inicialmente, a criança apenas a esmaga entre seus dedos. Mais tarde, adquire maior controle dos seus movimentos, formando bolas e rolinhos. Com os blocos, a princípio, os empilha sem nenhuma ordem, para derrubá-los em seguida. Depois, aprende a colocar os blocos maiores na base, e faz outros tipos de arrumação ordenadamente.

Qualquer que seja o material, o estágio inicial será sempre o da manipulação, que se subdivide em três fases:

1. Manipulação ao acaso.
2. Manipulação controlada.
3. Manipulação planejada ou nomeada.

Extraído do livro: Como Ensinar Crianças do Jardim, CPAD

• Atividade

Realize as atividades sugeridas na revista do Mestre, página 31.

Caso sobre algum tempo para mais uma atividade, sugira que as crianças encenem a história bíblica. 


MATERNAL Lição 08: A rainha que orou a Deus.

MATERNAL
Lição 08: A rainha que orou a Deus.
Texto Bíblico: Ester 1
Versículo para Memorizar: “...O meu Deus me atenderá.”   Miquéias 7:7
Palavra-chave: ORAR
  
Lição 08 - A rainha que orou a Deus

Texto Bíblico:  Ester 1 e 2

I - De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que devemos orar em todo o tempo.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “ORAR”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Precisamos orar em todo o tempo”.

II - Para refletir

• “A rainha Ester, esposa do rei Xerxes, soube da intriga armada por um homem perverso, chamado Hamã. Ele pretendia matar todos os judeus do Império Persa. Embora isto significasse risco de vida, a rainha pediu ao rei que preservasse a vida de seu povo. Deus recompensou-lhe a bravura, impedindo Hamã de realizar seu intento e honrando Mordecai, primo e pai adotivo de Ester. Às vezes Deus testa a nossa fé, pedindo-nos para assumir um risco. Porém, quando demonstramos fé, Deus pode fazer o inesperado. Da próxima vez que enfrentar uma situação assustadora, lembre-se do exemplo de Ester.”
(Adaptado da: Bíblia do Estudante  Aplicação Pessoal, CPAD)

• Professor, “a faixa etária de zero a seis anos é uma das mais belas, pois está sendo formado o caráter e a personalidade. Ela pode ser dividida em várias sub-faixas, chamadas de Berçário, Maternal, Jardim, Primários, etc., mas estas subdivisões nem sempre são correspondentes aos vários estados do Brasil” (Elaine Cruz).

III - Regras Práticas para os Professores

Elaboramos uma lista de brinquedos que podem ser utilizados em sua classe. Os brinquedos não precisam ser caros. Ultimamente, muitos professores têm confeccionado, de modo bem criativo, os brinquedos de sua classe utilizando sucata.

Utensílios de jardinagem;
Quebra-cabeça de madeira (peças grandes);
Famílias de bonecas de diferentes raças;
 Roupas de bonecas com botões grandes e casas para abotoar; equipamento para médicos e enfermeiros;
Quadro-de-giz;
Corda para pular;
Instrumentos musicais, tais como guizos, tambores, tantã e caixa de música;
Blocos para empilhar;
Bola;
Boliche;
Argila e massa de modelar;
Brinquedos com areia e água.


• Atividade Manual

Realize as atividades sugeridas na revista do Mestre, página 27.


14/08/2014

Pré-Adolescentes Lição 07 : Minha Pátria para CRISTO

Pré-Adolescentes
Lição 07 :  Minha Pátria para CRISTO
Texto bíblico: Neemias 1.1-3; 2.17
Objetivos:
 Avaliar sua responsabilidade em amar o seu país;
Compreender sua importância na concretização dos planos de Deus para o Brasil.
Versículo visualizado: “Orem pelos reis e por todos os outros que têm autoridade, para que possamos viver uma vida calma e pacifica, com dedicação a Deus e respeito aos outros”. 1Timoteo 2.2
Palavra do dia: AJUDAR

Lição 07 - Minha Pátria para Cristo
Texto Bíblico: Neemias 1.1-3; 2.17

Um professor que ensina com eficiência a Palavra de Deus, com certeza também ensinará à respeito de missões.

O missionário não é enviado ao campo para fazer turismo. Eles são enviados para compartilhar o evangelho de Cristo.

Nós, os servos de Deus somos testemunhas de Cristo; somos embaixadores de Cristo; somos pregadores do Evangelho de Deus e portadores da Mensagem de Deus para a humanidade. A nossa mensagem está contida em um livro, a Bíblia.

O desafio de todo cristão é ser um “missionário”, um “enviado”, comissionado pelo Espírito Santo através da igreja (At 13.4). Devemos ser testemunhas de Cristo. Precisamos proclamar a mensagem revelada do ato redentor de Deus em Cristo Jesus. Isso só ocorrerá se conhecermos a mensagem da Bíblia, e mantivermos uma intimidade com Cristo.

Texto adaptado do livro: Teologia Bíblica de Missões, CAPD

Boa ideia!

Professor promova uma gincana ou um festival com os alunos, com o intuito de levantar uma oferta para a obr

Juniores Lição 07: A igreja sou eu e mais...

Juniores
Lição 07: A igreja sou eu e mais...
Texto Bíblico: Atos 2:42-47.
Objetivo: Explicar a diferença entre igreja universal e local.
Versículo-chave:”Fiquei alegre quando me disseram: Vamos a casa de Deus o Senhor” Salmos 122:1


Lição 07 - A Igreja sou eu e mais...

Texto Bíblico: Atos 2.42-47

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“Ministério e Missão da Igreja"

Como um corpo, um organismo vivo, a Igreja deveria crescer para a maturidade, ‘à medida da estatura completa de Cristo’ (Ef 4.13; cf. vv.14-16). Como ajudar para esse desenvolvimento, Cristo deu alguns dons à sua Igreja, sob a forma de homens que realizariam várias tarefas. Alguns eram apóstolos, e outros eram profetas, evangelistas e pastores-doutores, para equipar os santos para a obra do ministério (Ef 4.11,12). Como os membros da Igreja eram batizados no Espírito Santo, cada um tinha um dom espiritual, ou mais, para edificar os outros na comunidade de crentes (1 Co 12.4-13; Rm 12.3-8; Veja Dons Espirituais). Cada um deveria servir de acordo com sua chamada e com sua habilidade (1 Pe 4.10,11).

A Igreja também deveria crescer no sentido de expansão. Cada crente deveria ser uma testemunha de Cristo por meio do poder do Espírito Santo (At 1.8), levando o evangelho a todas as criaturas, e fazendo discípulos em todas as nações (Mc 16.15; Mt 28.19; veja Comissão, A Grande).

Embora todos os crentes tivessem uma posição igual perante Cristo, o Cabeça, a Igreja organizou-se com a finalidade de assegurar seu funcionamento prático e ordenado aqui na terra. De certo modo, os apóstolos e os profetas eram sua fundação (Ef 2.20), os representantes autorizados por Jesus Cristo para completar a revelação de sua Palavra para seu povo. Nesse sentido básico do apostolado, não poderia haver sucessão dos apóstolos depois daqueles que haviam testemunhado o ministério e a ressurreição do Senhor Jesus (At 1.21,22; veja Apóstolo). Os apóstolos instituíram os diáconos (At 6.1-6) e os anciãos (ou presbíteros; At 14.23; 20.17-38; Fp 1.1; 1 Tm 3.1-7; Tt 1.5-9; 1 Pe 5.1-4; Tg 5.14) para presidir as igrejas locais e dar-lhes a orientação necessária.

Qualquer que fosse a função na qual cada crente servisse, é importante observar que ele era escolhido e então guiado e capacitado pelo Espírito. De uma forma não especificada, o Espírito Santo revelou que Barnabé e Paulo deveriam ser enviados como missionários (At 13.1-3). Da mesma forma, os anciãos de Éfeso foram estabelecidos como líderes da comunidade pelo Espírito (At 20.28). Uma declaração profética acompanhou os dons espirituais conferidos a Timóteo em sua consagração (1 Tm 4.14). Paulo e Silas foram conduzidos a Troâde pelo Espírito (At 16.6-8).

Dessa forma, o principal ministério da Igreja consistia em servir ao seu Senhor (At 13.2a), adorá-lo como sacerdotes por meio do Espírito que habita dentro de cada um (Fp 3.3) e fazer sua vontade na terra, realizando sua obra por meio do poder do seu Espírito (Jo 14.12,16,17). A presença do sobrenatural tem caracterizado a Igreja em todos os momentos.” (Dicionário Wycliffe. CPAD. p-952).

SAIBA MAIS

“ O entusiasmo é contagioso, e não deve ser falso. Quando você é apaixonado pelo seu tema, quando os alunos vêem que você acha isso interessante e importante, você os atrai. Não é necessário ‘vender’ nada, somente transmitir o seu fervor, o seu zelo. Se essas coisas parecem faltar, comece com um sorriso. Esta simples ferramenta faz maravilhosas. E quando você encontrar o humor no seu tema, e nas situações cotidianas, magnetizará o interesse dos seus alunos como ninguém mais poderá fazer.

Como cristão, a sua paixão pela vida deve ser evidente em tudo o que você faz e diz. Afinal, você pertence ao Senhor do universo, e Ele tem planos pessoais e maravilhosos para a sua vida. Aquele Deus que criou os girassóis e as estrelas lhe ama como se você fosse seu próprio filho. É perfeitamente aceitável ficar entusiasmado com isso!

Ensinar significa compartilhar a criação gloriosa de Deus, a história do pó da terra que Ele transformou em homens. Quando você sentir esse poder na sua vida diária, por meio da oração, da Palavra de Deus, do seu Espírito, os outros irão perceber alguma coisa diferente em você. Eles até mesmo poderão perguntar o que é.” (Graça diária para professores. CPAD.p-115).

ATIVIDADES

Construa um mural temático com as crianças a respeito da igreja. Minha sugestão é a seguinte: Reproduza a silhueta do globo terrestre numa folha de papel pardo. Depois desenhe mais ou menos os continentes. Divida as crianças em cinco grupos referentes aos cinco continentes. Elas deverão desenhar uma igreja e escrever o nome do continente. Exemplo: IGREJA DA AMÉRICA DO SUL. Ao final, cada grupo deverá colar a sua igreja no continente correspondente. Quando todos terminarem, enfatize que a igreja de Cristo, que irá morar no céu, é composta dos crentes de todos os continentes. Se possível, encerre este momento com um cântico bastante animado.


Primários - Lição 07: Oração na Casa de Deus

Primários

Lição 07: Oração na Casa de Deus
Texto Bíblico: Atos 12.1-38
Objetivo: Enfatizar que a igreja é o lugar onde podemos orar juntos por necessidades individuais e coletivas.
Versículo para Memorizar “-Agora, Ó meu deus, ouve as orações que forem feitas neste lugar.”   2 Crônicas 6.40
Frase do  dia:   A IGREJA É LUGAR DE ORAR A   DEUS.


Lição 07 - Oração na Casa de Deus
Texto Bíblico: Atos 12.1-18


CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO

“2. Atos. Se Lucas é o evangelho da oração, o livro que o acompanha, Atos, mostra a igreja primitiva como uma comunidade de oração. Os discípulos oram enquanto esperam pelo Espírito Santo (Lc 24.53; At 1.14) e depois de sua vinda as principais práticas da jovem igreja podem ser resumidas entre ‘ensinar’, ‘dividir os bens’, distribuir o pão’ e ‘orar’ (2.42-45). Lucas descreve essa vida inicial de oração como perseverante e dotada de uma concordância (por exemplo, 1.14; 2.42,46). Como no evangelho de Lucas, a oração acompanha as crises de decisão (At 1.24), de libertação (4.24 ss.; 12.5; 16.25) ou de confiança (7.60). Ela também está permanentemente associada à prática da imposição de mãos, e à vinda do Espírito Santo sobre indivíduos ou grupos (6.6; 8.14-17).” (Dicionário Wycliffe. CPAD. p.1421).


SAIBA MAIS...

“O que é uma oração? Não é a expressão das palavras. Apenas é o veículo da oração e a atitude do espírito de uma pessoa. Os elementos de oração devem estar diluídos na nossa vida cotidiana.
A oração pode ser uma conscientização constante da presença de Deus e do nosso contato com Ele. Em uma comunhão assim, quando o Espírito de Deus e o nosso se aproximam, freqüentemente não há necessidade de palavras. Silenciosamente, nossos corações podem conservar-se perfumados coma percepção da presença de Deus e ensolarados com a luz do seu rosto.
Deve haver um contínuo desejo pela presença de Deus. Todas as nossas experiências diárias da graça de Deus, combinadas com a nossa total comunhão com Ele nos revelam sua beleza, despertando o desejo de termos mais da presença Dele.
A nossa contínua submissão à vontade de Deus é também essencial para toda a oração. Muitas pessoas acham que orar é levar os nossos desejos a Deus, e que uma oração atendida é o mesmo que Deus nos dar aquilo que desejamos. A expressão mais profunda de uma oração verdadeira não é ‘Faça isso, porque eu quero, ó Senhor’, mas sim ‘Eu faço isso porque tu desejas, ó Senhor’.
Assim, durante toda a nossa vida diária deve existir a melodia de uma oração contínua sob as nossas variadas ocupações, como aquelas profundas e longas notas de baixo que sustentam e dignificam a melodia mais leve que sobe, desce, e se modifica acima delas. Assim, nossas vidas se entrelaçarão numa unidade harmoniosa, baseada numa comunhão, submissão e desejo contínuo a Ele.
Pai Celestial, oh, como eu desejo estar constante comunhão contigo. Durante o meu dia, ajude-me a ter em mente que tu estás sempre comigo, para que eu cresça no meu relacionamento contigo. Então, enquanto eu interajo com meus alunos e colegas, que o doce aroma da tua presença possa levá-los a ti. Amém.” (Graça diária para professores. CPAD.p-7).

ATIVIDADES

Aproveite o tema de hoje para realizar um amigo oculto de oração. Solicite que cada aluno escreva em uma tira de papel o seu nome e um pedido de oração e, em seguida, dobre-a e coloque-a numa caixa separada por você. Depois, cada criança deve escolher uma e ler nome e o pedido em segredo. Após todos estarem com seus “amigos ocultos”, inicie a atividade. Cada um deve dizer uma característica do seu amigo, a fim de que os outros descubram de quem se trata. Por fim, forme uma grande roda para que cada aluno possa interceder por seu amigo.

Jardim de infância Lição 07: A Palavra de Deus é Arma Poderosa!

Jardim de infância
Lição 07: A Palavra de Deus é Arma Poderosa!
Texto Bíblico: Mateus 4:1-11.
Objetivo da liçaõ: Que a criança aprenda que precisamos guardar a Palavra de Deus no Coração.
Versículo visualizado: “Guardo a tua palavra no meu coração para não pecar...” Salmos 119.11
Palavra do dia: ESPADA
Lembrancinha

Lição 07 - A Palavra de Deus é uma arma poderosa

Texto Bíblico: Mateus 4.1-11

I - De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que precisamos guardar a Palavra de Deus no nosso coração.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “ESPADA”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “A Palavra de Deus é a nossa espada.”

II - Para refletir

• “Jesus foi tentado pelo Diabo, mas nunca pecou! Embora possamos nos sentir impuros depois de sermos tentados, devemos nos lembrar que a tentação em si não é pecado. Pecamos quando cedemos e desobedecemos a Deus. Lembrarmo-nos disto nos ajudará a desviar a tentação.

Jesus não foi tentado dentro do Templo ou em seu batismo, mas no deserto, onde se sentia cansado, só e faminto, quando estava mais vulnerável. O Diabo frequentemente nos tenta nestas condições, quando estamos sob tensão física ou emocional (solitários, cansados, ponderando grandes decisões ou em dúvida). Mas ele também procura tentar-nos em nosso pontos fortes, naqueles em que estamos mais propensos ao orgulho. Devemos guardar-nos contra os ataques do inimigo em todos os momentos”

Extraído da: Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal,  CPAD

• Professor, “procure durante a semana, estudar as formas de despertar o interesse da turma para a história que será estudada. Isso pode ser feito através de perguntas, de um cartaz, ou de dinâmicas de grupo inseridas no corpo da lição”

Extraído da Revista Primários/Mestre 5, CPAD


Regras Práticas para os Professores

 “A inclusão inicia-se com a pressuposição de que todos os alunos podem fazer o mesmo trabalho e, então, adaptar para os alunos que precisam disso sem pôr a ênfase sobre o ‘incomum’, ou debilidade, mas sim tentado ‘ajustar’ o trabalho à necessidade da criança. A suposição é que a estrutura educacional precisa mudar e se adaptar, em vez de tentar forçar o aluno a se ajustar a um conceito inflexível de ‘normal’.

Isso é fácil? Os esforços que realmente valem a pena raramente são fáceis. Contudo, é um esforço com muito potencial para a criança especial e também para as crianças com desenvolvimento típico da idade. Enumeramos, abaixo, alguns dos benefícios e das promessas da abordagem inclusiva:

1.      Fornecer um ambiente educacional ‘inclusivo’ em que todas as crianças prosperam.

2.      Capacitar crianças especiais a desenvolver autonomia, independência, habilidade, confiança e orgulho.

3.      Fornecer a todas as crianças informações precisa e apropriada ao desenvolvimento sobre a própria necessidade especial e a das outras e promover a compreensão de que a pessoa é diferente em um aspecto, mas semelhante às outras em muitos outros aspectos.

4.      Capacitar todas as crianças a desenvolver a capacidade de interagir de forma esclarecida, confortadora e justa com pessoas das diversas necessidades especiais.

5.      Ensinar crianças especiais a lidar com situações em que são chamadas de formais inconvenientes, com atitudes estereotipadas e com barreiras físicas e a opor-se a essas coisas.

6.      Ensinar crianças sem dificuldades especiais a como resistir ao estereótipo, ao chamar de formas desairosas e às barreiras físicas dirigidas às pessoas especiais e como opor-se a tudo isso (Derman-Sparks, 1989, p. 40).

Essa lista demonstra que a inclusão pode ser uma situação benéfica para todos. Os benefícios não são apenas para a criança especial. A criança com desenvolvimento típico da idade também recebe oportunidades maravilhosas de crescimento — oportunidades de se tornar um individuo receptivo e acolhedor que deixa de lado a aparência exterior e enxerga o interior da pessoa. Essa é uma perspectiva consistente com o coração de Deus!”

Extraído do livro: Deixe Vir a Mim Todas as Crianças, CPAD


• Atividade

Realize as atividades sugeridas na revista do Mestre, página 27.

Caso sobre algum tempo para mais uma atividade, sugira que as crianças encenem a história bíblica.  


MATERNAL - Lição 07: Orar para ter certeza!

MATERNAL

Lição 07: Orar para ter certeza!
Texto Bíblico: Juízes 6:1-40
Objetivo: Que a criança aprenda que devemos orar quando estamos duvidosos.
Versículo para Memorizar: “No seu templo ele ouviu a minha voz...” 2 Samuel 22:7
Palavra-chave: CERTEZA
Lembrancinha:


Lição 07 - Orar para ter certeza

Texto Bíblico:  Juízes 6.1-40

I - De professor para professor

· Prezado professor, neste domingo, o objetivo da lição é ensinar a criança que devemos orar quando estamos duvidosos.

· A palavra-chave deste domingo é “Certeza”.

II - Para refletir

Gideão sabia qual era a sua missão, mas disse: “Senhor, eu quero que tu me dê um sinal”. Ele estendeu uma porção de lã ao ar livre. Na primeira noite disse: Se a lã ficar molhada e o capim, seco, então aceitarei que é uma confirmação da chamada de Deus. E foi exatamente o que Deus fez. Gideão poderia ter ficado satisfeito, mas ele disse: ”Senhor, sinto muito, mas quero que tu me perdoes antecipadamente, pois eu vou pedir mais um sinal. Vou colocar a lã fora mais uma vez, hoje, à noite; se acontecer justamente o contrário, então terei fé suficiente.”

Muitos dizem que ele não era um homem de grande fé, porque ele deveria ter obedecido da primeira vez que Deus lhe ordenara o que fazer. Mas ele pediu um sinal extra; e quando o Senhor já tinha dado uma confirmação, exigiu outra: “Senhor, eu quero mais uma confirmação, exigiu outra: “Senhor, eu quero mais uma confirmação.” - Teria sido um sinal de incredulidade?

O que você acha? Por outro lado, acho que é preciso ter muita fé para crer que Deus vai dar uma confirmação. Por isso digo que pedir uma confirmação é um sinal de fé. Naturalmente, não teremos nunca excesso de fé. Sempre pedimos uma ou duas confirmações em cada decisão que vamos tomar. Com Gideão não foi diferente.

Texto adaptado do livro: Edificando o Mundo em Ruínas, CPAD

III - Regras Práticas para os Professores

As crianças precisam saber que a Palavra de Deus é verdadeira, não é simplesmente um livro de histórias como os outros. Os eventos descritos na Bíblia realmente aconteceram – exceto as parábolas – e as pessoas da Bíblia são reais.

Texto extraído do Livro: Ensine Sobre Deus Às Crianças, CPAD

IV - Boa ideia

Você vai precisar de dois novelos de lã, água e uma tigela.

Umedeça a lã e coloque-a no chão, peça para as crianças recontarem essa parte da história.

Depois coloque um pouco de água no chão e o novelo seco no meio, peça mais uma vez as crianças que recontem a história de Gideão. 

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